Outros tempos

"O maior defeito dos livros novos é impedir a leitura dos antigos." (Joseph Joubert)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

As aventuras de Pinóquio

As aventuras de Pinóquio : história de um boneco / Carlos Collodi


AUTOR(ES): Collodi, Carlo, pseud.
EDIÇÃO: 2a ed
PUBLICAÇÃO: [S.l.] : Ed. Paulistas, 1956 ( Lisboa : -- Pia Soc. de são Paulo)

Collodi

Carlo Collodi, pseudónimo de Carlo Lorenzini, (Florença, 1826 - 1890), colaborou em numerosos jornais, escreveu romances e peças de teatro. Começou a dedicar-se à literatura para a infância em 1875; adoptou entretanto o pseudónimo de Collodi, nome da terra natal de sua mãe. A sua obra-prima, As Aventuras de Pinóquio, foi inicialmente publicada em episódios no Giornale per i Bambini, surgindo em livro em 1883

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A fada Oriana

A fada Oriana / Sofia de Melo Breyner Andresen ; il. Bió

AUTOR(ES): Andresen, Sofia de Melo Breyner, 1919-2004; Raposo, Isabel Maria Vaz, il.
PUBLICAÇÃO: Lisboa : Ática, 1958



Bió
(Isabel Maria Vaz Raposo)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Contos para a infância

Contos para a infância : escolhidos dos melhores autores / Guerra Junqueiro ; il. Laura Costa

AUTOR(ES): Junqueiro, Guerra, 1850-1923, compil.; Costa, Laura, il.
PUBLICAÇÃO: Porto : Lello & Irmäo, 1978


Guerra Junqueiro

Abílio de Guerra Junqueiro (1850-1923) nasceu em Freixo de Espada à Cinta, formando-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi funcionário público e deputado, aderindo em 1891, com o Ultimatum inglês, aos ideais republicanos. Influenciado por Baudelaire, Proudhon, Victor Hugo e Michelet, iniciou uma intensa escrita poética com o fim último de, pela crítica, renovar a sociedade portuguesa. Retirou-se para uma quinta no Douro, regressando à política com a implantação da República, tendo sido nomeado Ministro de Portugal em Berna. Obras: A Morte de D. João (1874), A Musa em Férias (1879), A Velhice do Padre Eterno (1885), Finis Patriae (1890), Os Simples (1892), Pátria (1896), Oração ao Pão (1903), Oração à Luz (1904), Poesias Dispersas (1920). Em colaboração com Guilherme de Azevedo, escreveu Viagem à Roda da Parvónia.


contracapa

Portugal Pequenino

Portugal pequenino / Maria Angelina Brandäo, Raúl Germano Brandäo

AUTOR(ES): Brandão, Maria Angelina; Brandão, Raul, 1867-1930, co-autor
EDIÇÃO: 2a ed
PUBLICAÇÃO: Coimbra : Atlântida, 1958

Raul Brandão
Raul Brandão (1867-1930) nasceu na Foz do Douro e faleceu em Lisboa. Matriculou-se no Curso Superior de Letras, tendo criado, com António Nobre e Justino de Montalvão, o grupo iconoclasta Os Insubmissos, que coordenou a publicação de uma revista com o mesmo título. Dirige nos finais do século XIX, com Júlio Brandão e D. João de Castro, a Revista de Hoje e colabora no jornal Correio da Manhã. Com 24 anos de idade, Raul Brandão decide deixar o curso de letras e muda-se para a Escola do Exército. Após o curso de oficiais tirado em Mafra, muda-se para Guimarães onde é colocado como alferes.

Obras: Impressões e Paisagens (1890), História de um Palhaço (1896), O Padre (1901), A Farsa (1903), Os Pobres (1906), El-Rei Junot (1912), A Conspiração de 1817 (1914), Húmus (1917), Memórias (vol. I, 1919), Teatro (1923), Os Pescadores (1923), Memórias (vol. II, 1925), As Ilhas Desconhecidas (1926), A Morte do Palhaço e o Mistério das Árvores (1926), Jesus Cristo em Lisboa ((em colaboração com Teixeira de Pascoaes, 1927), O Avejão (1929), Portugal Pequenino (em colaboração com Maria Angelina Brandão, 1930), O Pobre de Pedir (1931), Vale de Josafat (vol. III das Memórias, 1933).


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

D.Quixote de la Mancha



Dom Quixote de la Mancha


AUTOR(ES): Cervantes Saavedra, Miguel de, 1547-1616; Ponce Maria, adapt.; Coelho, Eduardo Teixeira, 1919-2005, il.
PUBLICAÇÃO: Lisboa : Portugália [195-?]
DESCR. FÍSICA: 279, [8] p. : il., p&b
COLECÇÃO: Biblioteca dos rapazes ; 16




Miguel de Cervantes Saavedra (Alcalá de Henares, 1547 — Madrid, 23 de Abril de 1616), romancista, dramaturgo e poeta espanhol. Autor da mais importante obra em castelhano, Don Quixote de la Mancha.
Não há completas certezas quanto à sua data de nascimento nem sobre o local onde nasceu. Era filho de um cirurgião, Rodrigo, que foi preso por causa de dívidas de jogo. Em 1566, a família instala-se em Madrid e uns anos mais tarde, depois de, num duelo, ter ferido um homem, resolveu morar em Roma
Em 1571, perdeu a mão esquerda na batalha de Lepanto,
Em 1575, quando regressava a Espanha, foi capturado por corsários de Argel, cidade onde permaneceu até 1580 depois de pagar um resgate pela sua libertação.
Em 1581, vai para Lisboa, onde escreve peças de teatro.
De volta a Espanha, casa e vive algum tempo num povoado de La Mancha onde se dedica ao teatro.
Em 1585, publica o seu primeiro livro de ficção - A Galatea.
A partir de 1587 viaja pela Andaluzia como comissário de provisões da Invencível Armada – recolhendo azeite e trigo e estabelece-se em Sevilha onde depois trabalha como cobrador de impostos.
Encarcerado em 1597 por dívidas, começa a sua principal obra - Don Quixote de la Mancha cuja primeira parte: O engenhoso fidalgo dom Quixote de La Mancha é publicada em 1605.A segunda parte não aparece senão em 1615: O engenhoso cavaleiro dom Quixote de La Mancha. Entre as duas partes de Dom Quixote, publica as Novelas exemplares (1613), um conjunto de doze narrações breves, bem como Viagem de Parnaso (1614). E ainda Oito comédias e oito entremezes novos nunca antes representados (1615).
Miguel de Cervantes morreu em 1616, a 23 de Abril no mesmo dia que outro importante escritor: William Shakespeare..

A partir de Miguel de Cervantes. Wikipedia. Em linha. [Consult. 18-02-2010] Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_de_Cervantes



Eduardo Teixeira Coelho
N. em Angra do Heroísmo, em 1919. M. em 31 de Maio de 2005.




Colaborou no Mosquito, desde 1942, na revista espanhola Chicos (1944-1953). Nos anos 50 do século XX deixou Portugal: trabalhou em Espanha e Inglaterra, em França publicou trabalhos na revista Vaillant (a partir de 1955) e, mais tarde, fixou-se em Florença onde veio a falecer. Executou ilustrações para livros, algumas das quais para esta adaptação de D. Quixote para a Biblioteca dos Rapazes.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O livro de Marianinha

O Livro de Marianinha

Autor(es) Aquilino Ribeiro, Maria Keil (Ilustrador)
Editora Bertrand Editora
Local Lisboa
Data de edição 1967

Conjunto de lengalengas e toadas infantis em prosa rimada, de características muito rurais, destinadas à neta Mariana. A memória do narrador oferece imagens marcantes como o despertar da Natureza numa manhã de sol, a confecção do pão, os ovos da galinha pedrês, o canto do rouxinol, a beleza do prado na Primavera, a raposa, o burro a caminho do mercado, os bezerros que pastam no lameiro, o arraial popular, a joaninha, a liberdade que se respira no campo, o apanhar grilos, o ir aos ninhos e enriquece-as com rimas infantis que conhece. A partir da comparação da vida com um rio, fala-nos da chuva, da neve, da caça, do trabalho do pastor e recorda fábulas, a Nau Catrineta e outras histórias da sua infância.

Rui Marques Veloso
http://195.23.38.178/casadaleitura/portalbeta/bo/portal.pl?pag=sol_lm_fichaLivro&id=364



Aquilino Ribeiro


Aquilino Gomes Ribeiro (1885-1963) nasceu em Carregal de Tabosa, Sernancelhe, e faleceu em Lisboa. Com o objectivo de ser padre, frequentou o colégio jesuíta da Lapa, os seminários de Lamego, Viseu e Beja. Em 1906 abandona o seminário e fixa-se em Lisboa, dedicando-se à defesa da república através de textos conspiratórios. Devido a uma explosão no seu quarto, onde morrem dois carbonários, foge para Paris e só regressa em 1914. Dedica-se então ao ensino e junta-se ao grupo da Seara Nova. Entre 1927 e 1928, sofre algumas perseguições e chega mesmo a ser preso, conseguindo fugir para Paris. Em 1959, é-lhe movido um processo censório pelo seu romance Quando os Lobos Uivam. A sua obra romanesca insere-se numa linha camiliana. Obras: A Via Sinuosa (1918), Terras do Demo (1919), O Malhadinhas, Filhas da Babilónia (1920), Estrada de Santiago (1922), Andam Faunos pelo Bosque (1926), Romance da Raposa (1929), Batalha Sem Fim (1931), As Três Mulheres de Sansão (1932), S. Banaboião, Anacoreta e Mártir (1937), Volfrâmio (1944), Constantino de Bragança (1947), O Homem da Nave (1951), Abóboras no Telhado (1955), A Grande Casa de Romarigães (1957), etc.

Aquilino Ribeiro. Universidade do Minho. Em linha. [Consult. 17-02-2010] Disponível em http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/aquilino.htm

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Oito primos

Oito primos / Louise May Alcott [ trad. Manuela Porto


AUTOR(ES): Alcott, Louisa May, 1832-1888; Porto, Manuela, 1912-1950, trad.
PUBLICAÇÃO: Lisboa : Portugália Ed., 1970














Louise May Alcott

Louisa May Alcott (Filadélfia, 29 de Novembro de 1832 - Boston, 6 de Março de 1888) foi uma escritora americana que se dedicou sobretudo à literatura juvenil.


Louise sonhava ser actriz, mas tornou-se escritora. Inspirou-se nas próprias experiências para escrever as suas histórias. Mulherzinhas (1868), o seu romance mais famoso, apresenta o retrato de uma família de classe média americana do seu tempo, salientado os seus valores morais: civismo e amor à pátria (que chega ao sacrifício dos seus filhos) e dedicação extrema ao lar e ao próximo.

in Wikipedia.Em linha.[consult. em 13.02.2010]


Manuela Porto

N. 1908, Lisboa – M. 1950, Lisboa

Tradutora e escritora, nascida a 24 de Abril de 1908, em Lisboa, e falecida a 7 de Julho de 1950, na mesma cidade, ficou na memória de quantos a conheceram pela capacidade de declamar poesia com apaixonada devoção. Nos últimos anos de vida dedicou-se ao teatro, tendo colocado em cena Gil Vicente, Camilo, Pirandelo e Tchekhov. A sua ficção é marcada pela preocupação social, estando próxima do ideário neo-realista. é autora de obras como Um Filho Mais e Outras Histórias (1945) e Doze Histórias Sem Sentido (1952).

Bibliografia: Um Filho Mais e Outras Histórias, Lisboa, 1945; Uma Ingénua: a História de Beatriz, Lisboa, 1948; Doze Histórias Sem Sentido, Lisboa, 1952; Virginia Woolf - O Problema da Mulher nas Letras, Lisboa, 1947; "Maria Amália Vaz de Carvalho", in Perspectiva da Literatura Portuguesa do Século XIX, Lisboa, 1948

Manuela Porto. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-02-14].
Disponível em http://www.infopedia.pt/$manuela-porto


Ilustrações de João da Câmara Leme